• Linha Peixes 2014

    Como os produtos desta Linha foram concebidos?

    Primeiramente, de forma que todos os alimentos interagissem entre si. Assim, cada alimento foi pensado como se fizesse parte de uma teia alimentar, como aquelas que vemos nos livros de biologia. Por isso, essa nova linha faz com que um único alimento seja ideal para diferentes grupos de peixes, embora suas exigências mudem de acordo com a idade e a fase que estejam.

    Por que todos os produtos da Linha Peixes 2014 da Poytara são Premium?

    Porque seguimos todos os critérios que determinam se um produto é Premium ou não, entre os quais: o controle nos processos de produção dos alimentos, o uso de ingredientes nobres, a elevada digestibilidade do produto, o valor nutricional, a palatabilidade, o formato reajustado aos diferentes peixes, o uso de suplementos nutricionais, a densidade energética, além de elaborá-los para que atendam a estados fisiológicos específicos como os de peixes jovens, em manutenção, reprodutores, submetidos a estresse e outros.

    Por que os alimentos para peixes da Poytara são agrupados em dez categorias?

    Essa forma de agrupar os alimentos respeita ao máximo as características ecológicas dos diferentes grupos de peixes e, indiretamente, auxilia os aquaristas na escolha e definição de que alimentos, e de que peixes devem povoar seus aquários. Isso explica a Categoria Tropicais, feita para peixes que habitam aquários comunitários em geral, e possuem como característica o pequeno porte e a origem nos ambientes tropicais. Outro exemplo: Kinguio, produto separado dos demais para induzir a que se mantenha esses peixes em aquários montados exclusivamente para eles que, dentre outras características, exigem águas com o pH mais alto e são de clima temperado. E assim por diante...

    Além dessa divisão em Categorias a Poytara agrupa seus produtos de outra forma?

    Crescimento: Primeiro ponto a ser frisado é que esses alimentos também servem para espécies adultas, mas em função do tamanho dos animais adultos que o consumirão. É composta pelos produtos: Marinhos Micro, Disco Catuli, Ciclideos Magna e Carpa Crescimento. Todos os produtos seguem uma sequência lógica em relação à proporção de seus nutrientes, considerando-se que a exigência energética e protéica dos animais por unidade de peso tende a diminuir com a idade. Assim, o que determina até que período o alimento de crescimento vai ser utilizado pelo peixe é o seu habito alimentar.

    Dia a dia: É a nova versão dos produtos tradicionais da Linha Poytara Peixes, composta tanto pelos alimentos que possuem a nomenclatura Dia a Dia depois do nome principal, quanto por aqueles que possuem apenas o nome principal. Neste segunda caso, para exemplificar, podemos citar os alimentos Peixes de Fundo Poytara e Betta Premium Poytara. É ideal para alimentar peixes que habitam aquários comunitários, como de ciclídeos africanos, marinhos, tropicais e muitos outros.

    Supra: Alimento com as mesmas qualidades daqueles agrupados na Categoria Dia a Dia, com alguns diferenciais, como: suplementação extra de vitaminas e minerais, uso de mais ingredientes nobres e com propriedades funcionais, empenho máximo em aumentar a palatabilidade dos alimentos e em favorecer que os peixes expressem algumas características específicas inerentes à sua espécie. O Disco Supra, como exemplo clássico deste desenvolvimento, melhora a manutenção da prole dos reprodutores e melhora a adaptação de espécimes silvestres; já a Carpa Supra, promove o crescimento de peixes adultos, ao mesmo tempo em que oferece uma dieta Gourmet.

    Bem estar: Alimentos elaborados com alta porcentagem de ingredientes purificados e semi purificados utilizados, muitas vezes, na suplementação humana. Concebidos com propriedades funcionais, com o propósito de auxiliar ao máximo os peixes a manterem seu sistema imunológico em melhor condição para enfrentar qualquer estresse eventual, ou mesmo uma infestação parasitária. São alimentos que visam aumentar a disponibilidade dos nutrientes aos animais e interagem com todas as categorias.

    O que é a formula Vivá?

    É o conjunto de aditivos da Poytara destinado à promoção do desempenho zootécnico dos peixes, que visa também à melhoria de sua saúde, associado aos outros aditivos, que visam garantir que os produtos mantenham qualidade ao longo de todo o seu tempo de prateleira.

    Por que a coloração dos produtos Poytara mudou?

    Este é o resultado do novo alinhamento da empresa. Em sequência ao que já foi implantado na Linha Aves, hoje, a Linha Peixes da Poytara também não usa nenhum alimento com corantes artificiais. Sua coloração é resultado da interação entre os diferentes ingredientes e pode sofrer pequenas variações, uma vez que, por abolirmos essa prática, a variação natural na coloração que cada ingrediente pode sofrer em seus diferentes lotes fica evidente.

    A nova granulometria dos alimentos segue algum princípio?

    Sim, e está contextualizada na concepção da Poytara de fazer com que cada alimento atue como um elo na teia alimentar do seu ecossistema particular, seu aquário. A principal função da granulometria é proporcionar conforto alimentar ao peixe a que se destine aquele tamanho/formato de alimento, a partir do qual ele o buscará com prazer. É, também, uma forma de auxiliar o aquarista a identificar, visualmente, qual alimento deve oferecer ao seu peixe (neste caso, quando consideramos somente o tamanho do espécime a ser alimentado).


    Nutrição

    Qual é o critério que a Poytara utiliza para inserir proteína em suas formulações?

    Favorecer seu máximo aproveitamento pelos peixes e a menor perda possível no ambiente, no caso, o aquário. De que forma? Ao formular os alimentos com base no conceito da proteína ideal, proporciona aos peixes o aproveitamento máximo desse nutriente. O foco da formulação dos produtos está na composição dos aminoácidos (componentes da proteína) e dos peptídeos.
    Para exemplificar, podemos pensar na proteína como a parede de uma casa: o que importa não é só o tamanho da parede, mas sim com que material foi construída, porque é isso o que realmente determina a sua resistência, a sua permeabilidade etc. E, além disso, o excesso desse nutriente na dieta aumenta a liberação de compostos nitrogenados na água, seja por liberação via brânquias, ou por excreção nas fezes, o que acarreta prejuízos nos índices de qualidade de água.

    Qual é o critério que a Poytara utiliza para inserir lipídeos em suas formulações?

    São vários, mas podemos citar o hábito alimentar e a fase de vida dos peixes: se herbívoros, carnívoros ou onívoros; se está nos estágios iniciais ou no final, e o objetivo principal do alimento: se é um alimento que objetiva aumentar a absorção de vitaminas lipossolúveis e a intensificação de cores; e/ou se objetiva fornecer mais energia aos peixes.
    Mas por quê? O hábito alimentar determina a vocação do espécime para metabolizar, ou não, os lipídeos. Carnívoros têm mais vocação para realizar essa metabolização, o que não quer dizer que outras espécies não o façam. Quanto menor o animal está em relação ao seu tamanho quando adulto, maior é sua exigência energética e sua capacidade para digerir lipídeos, pois, os peixes nas fases iniciais tendem a consumir plâncton, que são ricos em ácidos graxos. Basicamente é como se os peixes, em geral, nas primeiras fases de vida, fossem carnívoros. As vitaminas A, E, D e K estão associadas aos lipídeos, são armazenadas nos organismos dos peixes graças a ele, e atuam como co-adjuvantes em diversas reações, desde crescimento e capacidade imunológica, até a reprodução. E, por último, uma unidade de lipídeos consegue fornecer mais do que o dobro da mesma quantidade de carboidratos e proteínas.

    Qual é o critério que a Poytara utiliza para inserir fibras em suas formulações?

    Basicamente estimular a motilidade gastrointestinal. Assim, esse nutriente é adicionado na dieta para fazer o sistema digestório dos peixes trabalhar melhor, o que deriva da consideração das diferenças entre herbívoros e carnívoros, da fase de desenvolvimento em que o peixe está; e da necessidade dele absorver mais rapidamente os nutrientes contidos na dieta, ou realizar uma limpeza do seu trato digestório.

    Qual é o critério que a Poytara utiliza para inserir o material mineral em suas formulações?

    Basicamente considera-se a necessidade e a exigência deste nutriente para a adequada mineralização dos organismos. Ao considerar as diferenças fisiológicas das diferentes espécies, a inserção de material mineral na proporção adequada resulta em melhor desempenho zootécnico e sanitário, o que pode ser expresso pela menor deposição de nutrientes no organismo.

    Como a Poytara estabelece os níveis de cálcio e fósforo em seus alimentos para peixes?

    Como tudo o que fazemos no desenvolvimento dos nossos alimentos, o nível de inserção desses nutrientes é determinado ao se considerar a vocação biológica dos organismos a que se destinam. Quanto ao cálcio, por exemplo, é considerada a capacidade que as espécies têm em metabolizar esse cálcio livre na água, além dos resultados obtidos por meio de pesquisas cientificas em todo o mundo.
    Para determinar o nível de fósforo de nossas dietas, consideramos as características fisiológicas das espécies que desejamos alimentar, com a finalidade de identificar sua vocação e capacidade em metabolizar esse macro-mineral a partir das diferentes fontes que podemos utilizar para oferecer. Para tanto, consideram-se alguns fatores como habito alimentar e idade, entre outras, com o cuidado necessário para favorecer que as funções biológicas dos peixes sejam realizadas em plena capacidade, como a mineralização dos ossos, por exemplo, sem que ocorram resíduos desse elemento na excreção dos animais, para evitar que tal resíduo seja utilizado como fonte de “alimento” para algas.
    Outro fator que consideramos para a determinação desses nutrientes em nossas dietas é a relação cálcio/fósforo, com a qual devemos tomar muito cuidado, pois algumas espécies apresentam ampla variação nesta demanda, e ela determina a realização normal de varias funções dos organismos dos peixes.

    Como a Poytara aplica o conceito da relação proteína:energia em seus alimentos para peixes?

    Ao balancear para que os peixes assimilem o máximo de proteína da dieta, formula todos os produtos com máxima eficiência em energia. Bem resumidamente, é a energia dos alimentos que faz com que os peixes se sintam saciados. Quanto mais energia é adicionada no alimento, mais rápido o peixe se sacia. E o contrário se aplica quando colocamos muita proteína: o peixe demora para se saciar e ingere mais proteína do que deveria. Apenas por curiosidade, mesmo que o alimento contenha mais proteína e mais energia, ocorrerá um déficit dos outros nutrientes.
    Como todo animal tem uma capacidade de metabolizar os nutrientes, nos alimentos da Linha Peixes da Poytara respeitamos essa premissa. A partir disso, esse pequeno acréscimo de energia em nossas dietas faz com que os peixes parem de se alimentar um pouco antes do esperado e assimilem melhor o que foi ingerido.
    Ao fazermos analogia com um automóvel, é como se a Poytara fretasse carros para lotação e, para garantir conforto a todos os passageiros, transportasse 80% da capacidade máxima e não 100%, ou 110%. Disso resulta mais conforto aos passageiros (nutrientes), melhor eficiência do motor e das outras peças, como os bancos (sistema digestório).

    Qual a função das vitaminas e minerais e por que a Poytara varia a quantidade desses nutrientes nos seus alimentos da linha peixes?

    Esses micronutrientes atuam como cofatores em diversas reações dos organismos em geral, são exigidos em pequenas quantidades, mas são extremamente importantes. Seus níveis de inserção nos alimentos da Poytara têm como objetivo favorecer que as reações mais relacionadas com determinadas fases dos peixes sejam realizadas mais efetivamente. Assim, por exemplo, se objetivamos melhorar a reprodução, aumentamos os níveis de micronutrientes que diminuem a oxidação dos gametas; se pretendemos recuperar um peixe de algum estresse, suplementamos com mais vitamina C, enfim, diminuímos ou aumentamos as vitaminas e minerais de acordo com a exigência das espécies, considerando-se a idade, se passou ou passará por um estresse, e assim por diante.

    Probióticos e prebióticos são a mesma coisa?

    Não. De forma bem didática, mas não literal, o primeiro é composto por microorganismos que, no trato digestório, são benéficos aos organismos. Já os prebióticos são compostos que, ou favorecem o estabelecimento de colônias de organismos benéficos à saúde dos peixes, ou, diretamente, atrapalham o sucesso das patogênicas.

    Qual é a função das enzimas digestivas que compõem os alimentos da Poytara?

    Acelerar e melhorar a metabolização dos nutrientes que compõem os alimentos Poytara. Hoje, todos os alimentos da Linha Peixes contêm 7 enzimas digestivas.


    Processamento, tecnologia e desenvolvimento

    O que a Poytara faz para garantir a máxima assimilação dos nutrientes contidos nos diferentes ingredientes utilizados?

    Realiza parceria com diversas universidades e centros de pesquisas em várias áreas do conhecimento, desde nutrição, até manejo e sanidade. Sempre se mantém atualizada em relação ao que é publicado nos periódicos científicos, além de possuir canal de comunicação com os clientes e de realizar monitoramento do mercado, que visa identificar os anseios dos aquaristas e transpor isso nos novos produtos, seja por meio da criação de novos produtos, ou da incorporação de novos conceitos e quebras de paradigmas, e sempre com inovação e promoção do máximo bem estar aos peixes.

    Como os alimentos Poytara são fabricados?

    Extrusão: é uma das formas mais emergentes de se fabricar alimentos para peixes ornamentais, e apresenta diversas vantagens, como: aumentar a biodisponibilidade dos ingredientes, atuar como esterilizante da dieta, inativar os fatores antinutricionais contidos em alguns ingredientes.

    Laminação: é a forma mais tradicional de alimento para peixes ornamentais. Sua apresentação foi difundida no mundo todo e é um produto que toda a empresa de alimentos para peixes ornamentais deve possuir. Na Poytara, nossos alimentos em flocos são suplementados com mais vitaminas e minerais, devido às recomendações dos estudos existentes, e também suplementamos esses alimentos com ingredientes que atribuem maior estabilidade e menor lixiviação na água.

    A umidade dos alimentos Poytara mudou, por quê?

    Agora todos os nossos alimentos são classificados como semiúmidos e não mais como secos, o que representa um avanço nas técnicas de elaboração de nossos produtos, pois esse é um procedimento que exige mais tecnologia em proteção dos alimentos, ainda mais quando essa proteção é baseada em ingredientes naturais e traz como vantagens permitir maior assimilação de suas propriedades sensoriais, além de facilitar sua digestão.


    Ingredientes

    Quantos ingredientes a Poytara utiliza atualmente na linha peixes?

    Entre os aditivos que compõem a formula Vivá e os ingredientes da Linha Peixes, hoje, a Poytara conta com mais de 90 itens, o que representa um aumento de mais de 600% em relação à versão anterior da linha peixes, e o mais importante, continuamos com a busca pela excelência no desenvolvimento de nossos ingredientes, em parceria com os nossos fornecedores e com foco total na nutrição como promotora de bem estar.

    Qual o critério para escolher os ingredientes que compõem cada produto?

    Todos os que já foram falados anteriormente. Mas, de forma bem sucinta, pode-se considerar como principal o da teia alimentar. Assim, escolhemos os ingredientes com objetivo de aproximar nosso alimento da dieta natural do peixe na natureza, e para isso consideramos: conceitos de nutrição associados com a vocação de um dado grupo de peixes para metabolizar um dado alimento, idade, hábito alimentar e também a análise de necessidade do peixe de receber o aporte de algum nutriente especifico.

    Qual foi a principal novidade da linha peixes 2014 em relação ao uso de ingredientes?

    Considerar as suas propriedades funcionais na elaboração da Linha. Cada ingrediente foi adicionado, em cada produto, considerando-se não só a sua alta digestibilidade, o que o que reduz a quantidade de excreção no ambiente, mas também a sua capacidade de fazer o peixe crescer e de se manter saudável, e de reproduzir melhor, de expressar sua coloração, tolerar estresse e se adaptar mais rapidamente ao aquário.

    Em geral, no aquarismo, há muitos rumores sobre o uso de alguns ingredientes. Como a Poytara se posiciona?

    Priorizamos o uso de ingredientes brasileiros, com a finalidade de favorecer o estabelecimento de novas cadeias produtivas, principalmente no que se refere aos ingredientes mais exóticos e que ainda precisam ter seu mercado consolidado. Mas, de uma forma geral, utilizamos ingredientes oriundos de todas as regiões do mundo, desde que o mesmo seja aprovado na realização de ensaios experimentais que executamos, ou que suas propriedades funcionais sejam comprovadas na literatura científica.


    Alimentação e arroçoamento

    Pode acontecer de algum peixe ter preferência por um alimento x. O que isso significa?

    Sim, é normal, e pode ser atribuído a vários fatores. Mas uma forma bem simples de explicar que esse não é o critério que deve ser considerado para escolher o seu alimento é o seguinte raciocínio lógico: se nós, os humanos, que entendemos de nutrição, ou que temos essa noção, e sabemos que um hambúrguer é menos saudável do que um prato de arroz, feijão e carne, mas muitas vezes o consideramos mais gostoso e, por isso, optamos pelo alimento errado, imagine um peixe, que não tem essa consciência. Assim, a escolha do alimento deve ser baseada em suas propriedades nutricionais.

    Qual é a quantidade, e quantas vezes por dia, devo oferecer alimento ao meu peixe?

    Não existe, ainda, uma tabela com a quantidade ideal que cada peixe ornamental deve comer, por dia, em cada fase da sua vida. Mas isso não é um problema, e provavelmente esse trabalho não será elaborado. O ideal é alimentar os peixes até a sua saciedade. Com a prática, o aquarista vai ter uma noção da quantidade de alimento com o qual a sua fauna se sacia. Para aumentar a metabolização dos nutrientes, essa quantidade pode ser diminuída em até 10% em alguns casos, mas o olho do aquarista consegue chegar na quantidade ideal ao monitorar o peso dos animais, a coloração, a empatia, entre outras características comportamentais dos mesmos.
    Em relação à quantidade de arraçoamento diário, o aquarista deve ter duas coisas em mente: quanto menos arraçoamento, maior a assimilação de nutrientes, porém, não adianta nada assimilar ao máximo uma quantidade de nutrientes que não atende ao mínimo do que o peixe necessita por dia; outro ponto é: quanto mais alimentarmos, maior será a velocidade com que o alimento vai passar pelo trato digestório do peixe, o que diminui sua assimilação e aumenta a quantidade de matéria orgânica que o filtro vai precisar seqüestrar.
    Em geral duas alimentações por dia é o suficiente para alimentar os peixes. Peixes em fase de crescimento podem ser alimentados mais vezes.

    Há problemas se meu peixe ficar algum dia sem se alimentar?

    Se não for regra, não há problema nenhum. Inclusive, há vários estudos científicos na área de privação alimentar de peixes e de ganho de peso compensatório, que demonstram que essa prática, quando feita de forma consciente, pode ser boa para o peixe crescer mais rápido. Mas, outras questões devem ser consideradas, principalmente quando pensamos que, em um aquário, o que queremos é propiciar bem estar aos peixes.

    Posso associar o uso de ração ao uso de alimento vivo?

    Com bastantes ressalvas sim. O alimento natural estimula o peixe a expressar o seu comportamento na natureza, mas os problemas dessa prática são que seu uso em excesso pode desbalancear a dieta dos peixes, e o pior deles - os alimentos vivos podem ser vetores de varias doenças, desde vermes, bactérias, até fungos e vírus.

    É recomendado utilizar os alimentos Poytara junto com alimentos de outras marcas?

    Não. Os alimentos da Poytara foram todos desenvolvidos para atuar como elos da teia alimentar. E o principio pelo qual esses alimentos foram desenvolvidos foi o da aplicação do conceito de proteína ideal. Assim, a associação com outros alimentos desbalanceia a dieta, principalmente no que tange à proporção de aminoácidos exigida pelos peixes e, além disso, os outros alimentos podem conter itens que inativam algumas das propriedades dos nossos alimentos.

    Em que situações não devo alimentar meus peixes?

    A mais importante é quando os peixes estão doentes, pois a realização desse manejo, nesse quadro, faz com que os peixes redirecionem a pouca energia que possuem para a metabolização dos nutrientes.
    Antes da realização de transporte também não se recomenda alimentar os peixes, exceto com alimentos que aumentam o tempo de trânsito no trato digestório, para que o animal seja transportado em água mais limpa, sem fezes.
    Os alimentos Bem Estar da Linha Peixes são os primeiros que devem ser utilizados depois de os peixes serem submetidos a estresse, ou antes de qualquer estresse já previsto, para que atuem como imunoestimulantes. Peixes em recuperação de doenças devem sempre ser alimentados com pequenas porções de alimentos da linha Bem Estar, de forma que os peixes não tenham necessidade de redirecionar tanta energia para metabolização e aproveitem o alimento para se fortalecer.
    Uma dica importante é sempre associar os alimentos Bem estar com os alimentos das demais categorias, com a finalidade de sempre auxiliar o organismo a aumentar sua capacidade imunológica.

    Em que aspectos uma alimentação inadequada pode influenciar na qualidade de água?

    Primeiro na transparência e turbidez da água, devido à quantidade de matéria orgânica que passa a ficar em suspensão quando isso ocorre, seja pelo excesso de alimento oferecido em uma única alimentação, ou pela qualidade do alimento. Em um segundo momento, na condutividade da água e, depois, com o ph, oxigênio dissolvido e compostos nitrogenados. Resumidamente, um manejo alimentar inadequado influencia negativamente em todos os parâmetros do aquário, inclusive na quantidade de algas que tendem a crescer quando os peixes recebe dietas com teor de fósforo mais elevado do que podem metabolizar.

    O que pode fazer o meu peixe não querer se alimentar?

    Basicamente ele deve estar sob estresse, seja por um fator ambiental, ou por um biológico. A primeira coisa que diminui a vontade dos peixes de se alimentar é a alteração na temperatura, as alterações nos outros parâmetros de água também resultam no mesmo efeito. Infestações parasitárias severas também podem ter esse efeito.


    Armazenamento e conservação

    Como devo guardar o meu alimento Poytara?

    A orientação está escrita no rótulo, mas vale a pena lembrar. Sempre em local seco, arejado, ao abrigo da luz e da umidade.

    Qual o prazo de validade dos produtos Poytara?

    2 anos após a data de fabricação.

    O que a Poytara utiliza para garantir que os seus alimentos não oxidem, não apresentem fungos e micotoxinas?

    Um mix de aditivos elaborados a partir de Tocoferol (Vitamina E) e extrato de alecrim, além de vários compostos oriundos de um fungo denominado de Saccharomyces cerevisiae, associado a algumas substâncias que promovem mais segurança e garantem a qualidade de nossos alimentos.



  • poytara

    ©Poytara 2013 | Todos os Direitos Reservados

    Desenvolvido por: ARPRESS