Concepção de Linhas

A Poytara, desde o início de sua trajetória, em 2002, direcionou sua produção de alimentos para animais de estimação com a atenção voltada para cada espécie e, para isso, busca o que há de mais moderno e inovador, tanto na academia, quanto na indústria, visando estimular os animais a desenvolver todo o seu potencial de crescimento, de saúde e de reprodução. Em síntese, propicia-lhes máximo bem estar.


Na primeira linha de produtos, a linha peixes, o foco de desenvolvimento da empresa foi o conceito de proteína ideal, que utiliza o correto balanceamento de aminoácidos para a garantia da satisfação das exigências proteicas dos animais. A Poytara estabelece sua base de trabalho na comprovação científica de que elevados níveis proteicos não devem ser utilizados em alimentos para peixes ornamentais, pois, em geral, resultam em problemas metabólicos e fisiológicos que afetam estes animais.


Além disso, níveis de proteína acima da exigência da espécie resultam em diminuição da digestibilidade e também das taxas de crescimento. E, acima de tudo, o fator de maior relevância para a desconsideração da hipótese de utilização de altos níveis proteicos pela Poytara é que o perfil de aminoácidos também tem grande importância na formulação dos alimentos.


Para o sistema, o prejuízo ocorrerá porque os níveis elevados de proteína favorecerão a instabilidade dos parâmetros de água dos aquários devido ao acréscimo nos níveis de compostos nitrogenados.


Diante disso, a Poytara sempre busca a elaboração de alimentos que aproveitem ao máximo esse nutriente. Os alimentos hiperproteicos normalmente utilizam elevadas taxas de farinha de peixes. Embora reconheça o valor de ingredientes derivados de peixes e os utilize em seus alimentos, a Poytara tem especial critério na escolha da origem deste tipo de ingredientes, tanto pela preocupação com o aspecto sanitário, quanto com o impacto ambiental que a produção desse insumo provoca em algumas regiões do globo em razão da sobrepesca.


Na linha de alimentos para répteis, além da preocupação em aplicar o conceito de proteína ideal na formulação dos produtos, a Poytara dedica atenção especial aos ingredientes que utiliza devido às diferenças nas exigências nutricionais que as tartarugas apresentam, mas que muitas vezes são ignoradas.


Resumidamente, busca ingredientes com observância total tanto na digestibilidade que possuem esses componentes, como também na dieta natural desses animais para uma composição adequada. É claro que o habito alimentar também é considerado, e esse grupo é bem complexo, visto que apresenta espécies carnívoras, outras vegetarianas e, além disso, ainda tem como regra geral a mudança de hábito alimentar ao longo da vida.


E como as tartarugas também apresentam problemas com parasitas no trato intestinal, que comprometem sua saúde, a Poytara usa nas formulações alguns ingredientes especiais que ajudam a controlar esses organismos.


Na linha aves, o grande desafio da Poytara no desenvolvimento dos produtos é a composição somente por alimentos extrusados e farinhadas, sem a comercialização de sementes in natura. O mercado atual, face ao hábito cultural dos proprietários destes animais, exige e favorece, ainda, que se desenvolva alguns produtos que utilizam sua base alimentar constituída por sementes, mas como as aves são animais muito inteligentes e exigentes com a alimentação, tendem a desbalancear esse tipo de dieta pela seleção dos alimentos preferidos nesse tipo de mistura. Como o foco da Poytara é o bem estar em geral do organismo, a empresa optou por contrariar o hábito de alguns "passarinhos" teimosos.


Quando a Poytara dividiu sua linha em alimentos para psitacídeos e alimentos para passeriformes, surgiram outras duas vertentes nas quais pautou seu trabalho: a primeira é o cuidado com o nível energético dos alimentos para psitacídeos e a segunda é cuidado com o nível de suplementação com vitaminas, principalmente as lipossolúveis, pois uma dieta desbalanceada pode resultar em problemas relacionados a colesterol alto e obesidade mórbida, além de algumas doenças relacionadas ao estresse, como o arrancamento de penas.


Em relação aos passeriformes, o desenvolvimento dos produtos é pautado na conciliação das informações sobre as exigências nutricionais encontradas na literatura, que são escassas, e a associação delas com trabalhos sobre o comportamento desses animais na natureza. Dessa forma, no desenvolvimento dos alimentos, a Poytara procura utilizar ingredientes que resultem na mesma composição nutricional ideal, com o trabalho associado a buscar características nos produtos que estimulem o comportamento natural das aves.


Como também formula alimentos para outras ordens de aves, atenta-se também a outros pormenores, principalmente relacionados aos micronutrientes em geral, e muitas vezes realiza experimentos com base nas publicações científicas, como, por exemplo o nível de ferro no alimento desenvolvido para Piciformes, que foi elaborado para evitar hemocromatose ou cirrose alimentar, moléstia comum em tucanos.

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