Quando pensamos em aquários e em tartarugas aquáticas, as primeiras imagens são as da famosa e popular tigre d’água, e de suas “primas”, que também possuem essa denominação.

E quando consideramos a exigência nutricional de quelônios aquáticos em geral, desde a dos asiáticos até a dos amazônicos, observamos duas peculiaridades desse grupo: a primeira, a elevada exigência proteica nas fases mais jovens de desenvolvimento, e a segunda, a alta exigência em material mineral na dieta, com destaques para o cálcio e o fósforo.

Assim, a categoria de alimentos da Poytara desenvolvida para os quelônios aquáticos converge dois conceitos: o respeito à exigência nutricional nas diferentes fases de desenvolvimento da espécie e as particularidades, ou hábitos da espécie, em relação à sua alimentação e à forma como captura sua presa, ou realiza a pastagem na natureza.

Considerando-se os fatores relacionados com os hábitos alimentares dos quelônios e seu comportamento, nossos produtos são criados para os seus bicos córneos e para as suas mandíbulas com potente musculatura, que quebram facilmente os alimentos. Assim, nossos alimentos, para todas as fases, são estimuladores do uso do bico para capturar o alimento, tal qual ocorre na natureza.

Quanto à oferta do alimento, recomendamos que seja realizada na água, ao invés de utilizar algum lugar seco ou comedouro. Malsavio (2001), identificou, em três espécies de quelônios, a preferência em se alimentar através de sucção gradual, por meio de movimentos com a boca e a cabeça.

Além disso, foi observado que, quando o alimento é fornecido fora da água, somente a apreensão acontece fora, e todas as outras fases são realizadas dentro dela. Outro detalhe interessante é que muitos quelônios também apresentaram comportamento de limpeza bucal, pelo qual movimentam os membros anteriores sobre a cabeça e sobre a boca para eliminar restos alimentares.

Mas, referindo-nos especificamente aos produtos de nossa linha, Poytara Tigre D’água Catuli é um alimento com 35% de proteína bruta, 8% de lipídeos, e material mineral de 12%, devido ao fato de que as tartaruguinhas, na natureza, alimentam-se, basicamente, de outros animais para crescer rapidamente e, assim, evitar de ser predadas. Resumidamente, tartarugas apresentam mudança de hábito, com a idade. Vários autores descreveram esse fenômeno, que pode ser exemplificado com a Chelonia mydas (Wood & Wood, 1981) e com a Trachemys scripta (Clark & Gibbons, 1969; Hart, 1983). Para detalhar um pouco melhor: a C. mydas é carnívora durante o primeiro ano de vida, muda gradualmente para a dieta vegetal com aumento da idade, e torna-se predominantemente herbívora quando adulta.

Poytara Tigre D´água já possui uma readequação em seus níveis de garantia, pois, como foi dito anteriormente, durante o desenvolvimento desta espécie, sua dieta na natureza sofre mudanças e ela passa a consumir, prioritariamente, alimentos de origem vegetal e quantidade ínfima de alimentos de origem animal.

Apenas para exemplificar, a tartaruga da Amazônia, tracajá, tem somente 4% de sua dieta constituída por peixes. E, se na fase adulta esses animais não possuem mais uma dieta rica em fontes animais, em outras palavras, ricas em proteínas, qual nutriente a substitui? São os carboidratos, com destaque para o nível de fibra, que já foi relatado, para algumas espécies, próximo a 15%.

A fibra tem uma função muito interessante na dieta desses organismos, que é a de regular a sensação de saciedade desses animais, uma vez que são de difícil digestão e, na natureza, a vida não é fácil, o que obriga as tartarugas a se submeter a jejuns prolongados. Que seus animais desfrutem de toda a nutrição oferecida pela categoria Répteis Aquáticos da Poytara!